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Oficina de Linguagem: Educação & Tecnologia


Seja bem-vindo ao meu diário virtual!

Aqui estarei relatando as atividades desenvolvidas em sala de aula.

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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Plano de Aula

Postado por Manu Marx às 18:21 0 comentários
Eu, Larissa e Raquel, elaboramos um plano de aula tendo como premissa básica a inclusão de um tema gramatical, numa aula de Português, no entanto, durante a elaboração do plano, precebemos que poderíamos desenvolver um projeto muito maior, abrangendo não só a classe gramatical - Substantivos - mas também elevando para outros quesitos, como por exemplo, uso social da língua (letramentos), percepção sócio-cognitiva dos alunos, compreensão textual dos alunos e além do que, ganhamos da professora Kátia, a sugestão de trabalharmos a produção textual, tudo a partir do vídeo "Amigão Zão" que compartilho abaixo junto de nosso plano de aula em texto. Por favor comentem, somos colegas em constante andança...que não canta nem dança...sibila...balança...Beijokassss



Público: Alunos da 5ª Série do Ensino Fundamental;

Objetivo geral: Compreensão oral e escrita, compreender o uso social da língua;

Objetivo específico: Substantivos – graus dos substantivos – aumentativo

Material: Vídeo “Amigão Zão”

Estratégia: Usar o filme Amigão Zão como estratégia de sensibilização aos temas que serão desenvolvidos.

Recursos: Projetor de vídeo ou opcionais como DVD e Computador.

Avaliação: Avaliar de forma situacional o nível de compreensão e interpretação textual dos alunos, além de observar possíveis dificuldades de raciocínio lógico, na execução prática da atividade sugerida.

Procedimentos:

1.Apresentar o filme “Amigão Zão” para os alunos, como forma de introduzir o conteúdo de ensino indiretamente.

2.Após a apresentação do filme, iniciar uma discussão com os alunos abordando os elementos do vídeo que mais chamaram a atenção deles, e caso não citem o termo “amigãozão” questionar se acham correto este uso.

3.Encontrar com os alunos que outros termos são usados comumente em grau aumentativo e porque a utilização é corriqueira ao invés do grau normal do substantivo.

4.Discutir com os alunos o motivo que levou o garoto a usar o termo “amigãozão” mesmo estando gramaticalmente incorreto.

5.Solicitar aos alunos que façam a atividade constante no anexo, a fim de expandir a compreensão deles sobre o assunto.
 
 
Atividade anexa:
 
 

Durante a prova

Postado por Manu Marx às 18:13 0 comentários
Durane a prova do Moran, a professora Kátia estava explicando para os outros alunos, as normas da ABNT em uma formatação de trabalho acadêmico...mesmo estando concentrada na avaliação, em alguns momentos observei a aula e fiquei surpresa comigo em, depois de alguns dias utilizar o que tinha aprendido, muito embora, tenha esqeucido de adotar o mesmo procedimento na elaboração do plano de aula, mas enfim, foi muito importante, fez a diferença.

Prova

Postado por Manu Marx às 18:10 0 comentários
Interessante como ainda nos prendemos a antigas tradições
Por mais que tentemos e ainda mais, por mais que saibamos o valor qua hoje tem o que antes era tão importante, continuamos presos à hábitos, costumes, metodologias e filosofias passadas...

Estariam tão certos assim, os antigos, que não se encontram mais novas teorias?

Pelo menos na prática, não!

Ainda hoje, o que você produz, a sua capacidade cognitiva é avaliada em no mínimo, quarenta minutos e no máximo seis horas. É assim que medem nosso progresso e evolução.

De certa forma, consigo me sentir orgulhosa em atingir boas notas, isso também satisfaz meu ego, mas parando para analisar friamente o tamanho do que aprendi, vejo que é muito pouco resumir em vinte linhas...nem as conversas com aqueles que não aprenderam o mesmo comigo, me ajudam a mesurar o conhecimento que venho adquirindo...

Estranho é ainda hoje, eu sofrer e ficar sem dormir tantas noites, esperando uma avalição positiva. Será que vou conseguir? Será que era isso que queriam? Será que foi isso que disseram?

Não sei a resposta para nenhuma destas perguntas, mas sei que a medida que me aproximo do fim do curso, me sinto mais preparada para continuar questionando e talvez, continuar aprendendo!

Na avaliação que tivemos desta disciplina, tentei buscar nos textos a teoria de Moran, mas busquei em mim a resposta que considero válida e significativa. Espero não estar de todo equivocada, preciso de notas boas, preciso de um certificado, mas preciso acima de tudo saber com o que aprendo pela minha observação, pelo que sinto e principalmente, pelo que vivo. Este aprendizado, de fato, não tem preço.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Conto no vídeo

Postado por Manu Marx às 11:46 0 comentários
Pessoal, já vou logo me desculpando porque esse vídeo, embora tenha sido produzido inspirado num conto do Veríssimo, está lamentável quanto à produção..enfim...é meu primeiro vídeo...preparem-se...beijokas

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Desculpe o Auê...eu não consigo elaborar você

Postado por Manu Marx às 13:46 0 comentários
Sérios problemas para a elaboração do projeto de TCC. É isso mesmo galera, o projeto!

Parece-me que todos os colegas já passaram desta fase, eu ainda tô patinando...e meio que em forma de desabafo e até mesmo um grito de socorro, vou brevemente descrever o que pretendo fazer em meu TCC.

Por favor, não tenham medo em opinar, sugerir outras idéias e até mesmo, se tiverem vontade, criticar...

Bem, a idéia é:

(preciso escrever aqui, agora, senão esqueço)

O elo literário entre Classicismo e Contemporaneidade

O problema é, onde começa a literatura Contemporânea se o romantismo realista de Machado de Assis é tão atual?

Ou mesmo o simbolismo naturalista de Raul Pompéia, tão latente nas relações sociais, políticas e econômicas de hoje...

Seria ilação minha, acreditar que a busca pelo ser perfeito, estetica, social e economicamente de hoje, tem estreita relação com o pensamento grego? Será que estamos hoje, diante de um novo antropocentrismo, não destituído totalmente de dogmas, mas intrinsecamente ligado à necessidade imposta pela sociedade, agora capitalista, em sermos cada dia mais heróis e menos humanos? Cada dia mais perfeitos em estética, em igual proporção está o saber acadêmico como premissa de conhecimento?

Enfim, sabemos que cada escola literária registrada historicamente, teve sua influência nos ditames sociais de suas épocas, e muito embora não tenhamos ainda nomeado o nosso momento literário (contemporâneo é o que vivemos certo), teremos no futuro um lacuna que se formará do momento em que se considera como finda o realismo e a contemporaneidade daqueles que viverão no século XXII, qual é então a nossa escola literária? A que recorremos hoje para as produções intelectuais, literárias, tecnológicas, etc.? Temos um legado deixado por ilustres escritores, cientistas, filósofos, enfim, qual será o legado da contemporaneidade?

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Páscoa

Postado por Manu Marx às 15:21 0 comentários
Acho interessante como no ocidente tudo acaba virando dinheiro...

Páscoa, sinônimo de fertilidade para os povos primitivos e por conseguinte, para as religiões pagãs, tornou-se mais uma data comercial, em que as pessoas trocam presentes, aguardam ansiosamente pelos cobiçados, decorados e recheados ovos de Páscoa!

Crianças, adultos, jovens e velhos lambuzam-se em guloseimas...deliciosos pedaços de culpa...

Afinal de contas, o que é mesmo para se comemorar na Páscoa Cristã?

Eu & Tecnologia...

Postado por Manu Marx às 15:05 1 comentários
Eu sou do tempo, em que as crianças brincavam de pega-pega, esconde-esconde, queimada e quando os amigos emprestavam as bicicletas, podíamos dar umas voltinhas no quarteirão...

Conheci um video-game com aproximadamente 9 anos de idade, e era o máximo jogar pac-man, river-raid e sequester.

Quando terminei o colegial, ainda fazia pesquisas na biblioteca pública de Diadema e digitava os trabalhos, com grande dificuldade e fila de espera, nos computadores da escola. Para imprimir, tinha que levar as folhas e aguardar a impressão da Epson LX-300.

O fato de ter concluído o curso técnico em informática na ETE, contribuiu muito para meu ingresso no mundo cibernético. Não que o curso tenha colaborado de forma expressiva, mas o estágio que consegui em função deste curso, fez com que eu aprendesse muito. Conhecimentos que até hoje uso.

Apesar de muita coisa ter mudado desde 2001 (ano em que concluí o curso), os conceitos básicos continuam os mesmos, o que muda são as versões, os novos aplicativos, novas ferramentas e recursos que procuro a medida do possível, me manter "atualizada".

Hoje, é impossível pensar em atividades corporativas sem o envolvimento com a internet, sem computadores ligados em rede, sem sistemas integrados e etc e tal. Nas casas, é mais provável que se encontre um computador com conexão à internet do que uma televisão com recepção de canais fechados, o que eu particularmente acho ótimo.

Durante décadas, a única forma de obter informação era por meio das organizações nada imparciais que dominaram as transmissões de rádio e televisão, fazendo com que chegasse à população o que tais organizações consideravam viável informar, o que não era considerado importante por eles, simplesmente deixava de ser noticiado. Velhos tempos...

Com o advento da internet, do telefone celular, das rádios e tv´s comunitárias, podemos com certeza afirmar que a informação se tornou mais acessível, mais abrangente e principalmente mais democrática. É neste sentido que tento usar a tecnologia, para me tornar menos alienada e menos convicta sobre as convicções institucionais. Criando meus próprios conceitos, com base em minhas observações e percepções.

Vocês com certeza se lembram do apagão ocorrido no ano passado, quando ficamos sem eletricidade em vários Estados da Federação. Como as pessoas souberam o que estava acontecendo? Pelo velho rádio de pilhas ou pelo novo celular com recepção de sinal televisivo, eu fiquei sabendo pela segunda opção. Não fosse meu celular de última geração, só viria a saber que não estávamos prestes a um Armagedon, no outro dia. E com isso, pude tranquilizar mãe, pai, tios, irmãs, sobrinhos e até vizinhos...Santa tecnologia...

Se por um lado vejo a novidade tecnológica como benfeitora, também tenho receio de que valores menos tangíveis como, observar estrelas, adorar a lua, sentar em volta de uma fogueira e contar histórias e lendas numa noite clara, estejam deixando de fazer parte das nossas vidas.

Jantamos não mais falando sobre a vida, mas olhando o telejornal ou os e-mails que não puderam ser respondidos, encaminhamos e-mails com belas mensagens, mas não o apreendemos nem somos capazes de reproduzir o que foi lido para pessoas que estão a nossa volta...aceitamos desconhecidos em nossas redes sociais, mas temos cada vez menos tempo para passarmos com aqueles que amamos e que fazem parte da nossa história, da nossa vida e não só de uma rede virtual que aceita qualquer descrição que se queira dar, independentemente de ser ou não a representação da verdade...dado que jamais poderíamos fazer com aqueles que realmente nos conhecem...



segunda-feira, 29 de março de 2010

Tecnologia e metodologia

Postado por Manu Marx às 16:14 1 comentários
E seu artigo, Ensino e aprendizagem Inovadores com Tecnologias Audiovisuais e Telemáticas, Moran, discute a necessidade em se criar ambiente participativo e interativo ante a necessidade de inovação da escola. O que se vê no entanto, é a utilização da tecnologia de forma deficitária, que mostra o despreparo dos profissionais na utilização destes novos recursos.

Como vimos, no semestre passado, os recursos didáticos são ferramentas que auxiliam o trabalho docente, isso significa que não é o recurso que provê ou destina ao alunato a informação e o conhecimento. Como o próprio nome sugere, são recursos que disponibilizados pelas instituições e bem utilizados pelos professores, podem ser grandes aliados no processo de ensino-aprendizado.

Hoje, a escola deixou de ter o papel principal como fonte de saber. Pelo contrário, há algumas décadas, esta tem se mostrado como uma obrigação a ser cumprida, maçante da qual não se tira proveito a não ser quanto as exigências de mercado.

Na atualidade, o interesse tem cada vez mais sido direcionado a inovação, a tecnologia, a novidade. Não se tem mais notícias sobre mentes brilhantes, ou se aparecem, logo caem no anonimato. Existe um dinamismo frenético que impede a fixação de nomes, acontecimentos e eventos, logo nos deparamos com esta sociedade cada vez mais evoluída e ao mesmo tempo carente de valores éticos e morais.

Notícia deixou de ser informação e conhecimento não representa necessariamente o saber. Vai daí que nossa pergunta se manifesta, onde erramos e como transformar tais erros em acertos?

A proposta de Moran, vem justamente definir pelo menos uma das vertentes onde a educação necessita de novas abordagens, pois são muitas e seria um erro acreditar que estaríamos construindo de fato a escola nova apenas inserindo as novas mídias no cotidiano escolar.

Em seu texto, Moran discute a necessidade em tornar o professor, um moderador/facilitador da utilização dos recursos lógico-sequenciais, hipertextuais e multimídicos, entendendo que, cada um destes se aplica a um tipo de contexto além do que favorece o aprendizado do aluno, aproximando-o da escola, construindo o saber com o aluno.

Esta defesa, nos leva a um tipo de relação com maior interação, aproximando o saber, o conhecer e aprender à realidade, é neste ponto que a Internet tem se mostrado eficiente como recurso pedagógico, desde que esteja de fato contextualizada, discutida e questionada os fatores e valores que a torna imprescindível.

O que não se pode perder de vista no entanto, é a necessidade em se revigorar a prática docente aliada às novas tecnologias e abordagens. Utilizar os recursos didáticos com melhor aproveitamento, otimizando não só o escasso tempo, como também o feedback dos alunos.

É importante também notar, que muito embora tenhamos utilizado os termos, projetores, computadores, blogs, e outros que se referem a tecnologia utilizada em sala de aula, existem ainda centenas senão milhares de crianças e jovens que se quer tiveram contato com tais recursos. Lugares onde mal se tem uma sala de construída, quanto mais um laboratório de computador.

É neste rumo que devemos trilhar: tornar a educação acessível à todos é uma necessidade urgente. Educação de qualidade, igualitária e principalmente, provedora de saber, provedora de conteúdo qualitativo e não apenas, conteúdo.

Neste texto, tento ilustrar como estes recursos se manifestam na rotina de quem usa a internet e com base nas discussões propostas por Moran acerca das novas tecnologias a bem da educação, expor minhas críticas e observações sobre o atual sistema de ensino em nosso país.

O vídeo (recurso multimídico) a seguir representa um pouco do que cada um de nós, engajados em uma nova postura docente, almejamos para a nossa amada Escola


segunda-feira, 8 de março de 2010

1ª aula

Postado por Manu Marx às 16:56 1 comentários
Estive ausente o mês de Fevereiro e, esta é a priori, minha primeira aula.

Criei o blog...

As postagens, ainda preciso de mais informações

Aguardem novidades...

 

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