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Oficina de Linguagem: Educação & Tecnologia


Seja bem-vindo ao meu diário virtual!

Aqui estarei relatando as atividades desenvolvidas em sala de aula.

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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Conto no vídeo

Postado por Manu Marx às 11:46 0 comentários
Pessoal, já vou logo me desculpando porque esse vídeo, embora tenha sido produzido inspirado num conto do Veríssimo, está lamentável quanto à produção..enfim...é meu primeiro vídeo...preparem-se...beijokas

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Desculpe o Auê...eu não consigo elaborar você

Postado por Manu Marx às 13:46 0 comentários
Sérios problemas para a elaboração do projeto de TCC. É isso mesmo galera, o projeto!

Parece-me que todos os colegas já passaram desta fase, eu ainda tô patinando...e meio que em forma de desabafo e até mesmo um grito de socorro, vou brevemente descrever o que pretendo fazer em meu TCC.

Por favor, não tenham medo em opinar, sugerir outras idéias e até mesmo, se tiverem vontade, criticar...

Bem, a idéia é:

(preciso escrever aqui, agora, senão esqueço)

O elo literário entre Classicismo e Contemporaneidade

O problema é, onde começa a literatura Contemporânea se o romantismo realista de Machado de Assis é tão atual?

Ou mesmo o simbolismo naturalista de Raul Pompéia, tão latente nas relações sociais, políticas e econômicas de hoje...

Seria ilação minha, acreditar que a busca pelo ser perfeito, estetica, social e economicamente de hoje, tem estreita relação com o pensamento grego? Será que estamos hoje, diante de um novo antropocentrismo, não destituído totalmente de dogmas, mas intrinsecamente ligado à necessidade imposta pela sociedade, agora capitalista, em sermos cada dia mais heróis e menos humanos? Cada dia mais perfeitos em estética, em igual proporção está o saber acadêmico como premissa de conhecimento?

Enfim, sabemos que cada escola literária registrada historicamente, teve sua influência nos ditames sociais de suas épocas, e muito embora não tenhamos ainda nomeado o nosso momento literário (contemporâneo é o que vivemos certo), teremos no futuro um lacuna que se formará do momento em que se considera como finda o realismo e a contemporaneidade daqueles que viverão no século XXII, qual é então a nossa escola literária? A que recorremos hoje para as produções intelectuais, literárias, tecnológicas, etc.? Temos um legado deixado por ilustres escritores, cientistas, filósofos, enfim, qual será o legado da contemporaneidade?

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Páscoa

Postado por Manu Marx às 15:21 0 comentários
Acho interessante como no ocidente tudo acaba virando dinheiro...

Páscoa, sinônimo de fertilidade para os povos primitivos e por conseguinte, para as religiões pagãs, tornou-se mais uma data comercial, em que as pessoas trocam presentes, aguardam ansiosamente pelos cobiçados, decorados e recheados ovos de Páscoa!

Crianças, adultos, jovens e velhos lambuzam-se em guloseimas...deliciosos pedaços de culpa...

Afinal de contas, o que é mesmo para se comemorar na Páscoa Cristã?

Eu & Tecnologia...

Postado por Manu Marx às 15:05 1 comentários
Eu sou do tempo, em que as crianças brincavam de pega-pega, esconde-esconde, queimada e quando os amigos emprestavam as bicicletas, podíamos dar umas voltinhas no quarteirão...

Conheci um video-game com aproximadamente 9 anos de idade, e era o máximo jogar pac-man, river-raid e sequester.

Quando terminei o colegial, ainda fazia pesquisas na biblioteca pública de Diadema e digitava os trabalhos, com grande dificuldade e fila de espera, nos computadores da escola. Para imprimir, tinha que levar as folhas e aguardar a impressão da Epson LX-300.

O fato de ter concluído o curso técnico em informática na ETE, contribuiu muito para meu ingresso no mundo cibernético. Não que o curso tenha colaborado de forma expressiva, mas o estágio que consegui em função deste curso, fez com que eu aprendesse muito. Conhecimentos que até hoje uso.

Apesar de muita coisa ter mudado desde 2001 (ano em que concluí o curso), os conceitos básicos continuam os mesmos, o que muda são as versões, os novos aplicativos, novas ferramentas e recursos que procuro a medida do possível, me manter "atualizada".

Hoje, é impossível pensar em atividades corporativas sem o envolvimento com a internet, sem computadores ligados em rede, sem sistemas integrados e etc e tal. Nas casas, é mais provável que se encontre um computador com conexão à internet do que uma televisão com recepção de canais fechados, o que eu particularmente acho ótimo.

Durante décadas, a única forma de obter informação era por meio das organizações nada imparciais que dominaram as transmissões de rádio e televisão, fazendo com que chegasse à população o que tais organizações consideravam viável informar, o que não era considerado importante por eles, simplesmente deixava de ser noticiado. Velhos tempos...

Com o advento da internet, do telefone celular, das rádios e tv´s comunitárias, podemos com certeza afirmar que a informação se tornou mais acessível, mais abrangente e principalmente mais democrática. É neste sentido que tento usar a tecnologia, para me tornar menos alienada e menos convicta sobre as convicções institucionais. Criando meus próprios conceitos, com base em minhas observações e percepções.

Vocês com certeza se lembram do apagão ocorrido no ano passado, quando ficamos sem eletricidade em vários Estados da Federação. Como as pessoas souberam o que estava acontecendo? Pelo velho rádio de pilhas ou pelo novo celular com recepção de sinal televisivo, eu fiquei sabendo pela segunda opção. Não fosse meu celular de última geração, só viria a saber que não estávamos prestes a um Armagedon, no outro dia. E com isso, pude tranquilizar mãe, pai, tios, irmãs, sobrinhos e até vizinhos...Santa tecnologia...

Se por um lado vejo a novidade tecnológica como benfeitora, também tenho receio de que valores menos tangíveis como, observar estrelas, adorar a lua, sentar em volta de uma fogueira e contar histórias e lendas numa noite clara, estejam deixando de fazer parte das nossas vidas.

Jantamos não mais falando sobre a vida, mas olhando o telejornal ou os e-mails que não puderam ser respondidos, encaminhamos e-mails com belas mensagens, mas não o apreendemos nem somos capazes de reproduzir o que foi lido para pessoas que estão a nossa volta...aceitamos desconhecidos em nossas redes sociais, mas temos cada vez menos tempo para passarmos com aqueles que amamos e que fazem parte da nossa história, da nossa vida e não só de uma rede virtual que aceita qualquer descrição que se queira dar, independentemente de ser ou não a representação da verdade...dado que jamais poderíamos fazer com aqueles que realmente nos conhecem...



 

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